domingo, 10 de agosto de 2008
JICA Y TURCÃO - BOLERO DA ROSICLER
BEIJING É O CARALHO, PEQUIM 2008
Mas o foda é ouvir os comentários do sábio Galvão Bueno, em alguns momentos dava vontade de gritar para ele as palavras de Confuncio, em Mandarin: --Cara o boca, buro!!!!
Mas como Voadora tambem é cultura, abaixo seguem as verdadeiras explicações sobre algumas cenas da festa de abertura dos jogos de Pequim, Beijing é o caralho.
Erroneamente foi dito que essa coreografia foi ensaiada exaustivamente, pura balela, na verdade a cena é uma simples e corriqueira brincadeira de roda mandarin, comum em qualquer creche média da terra das pastelarias.
Como gente para participar não é problema lá na China, aqui vemos uma apresentação do bloco afro-chinês, Vizinhos de Gandhi, especialista em música baiana.
Os chineses não pouparam esforços, nem despesas, para que tudo desse certo. Todos os equipamentos eletrônicos usados na festa foram produzidos na Zona Franca de Manaus, pois todos sabem que os produtos Madein China são uma bosta.
Sim, nosso querido mandatário estava lá e foi fundamental na festa de abertura, os organizadores do evento pediram para que o nosso catedratico presidente organizasse a entrada das delegações em ordem alfabética. A única delegação que nã reclamou foi a da Zambia.
Yao Ming, 2,26 m, jogador de basquete da seleção chinesa é fruto do planejamento do Partido Comunista Chinês. Sua mãe era uma mediocre jogadora de basquete, mas era a mulher mais alta da China. Seu pai também era o homem mais alto da China, além de ser um bom jogador de basquete. Quando ambos encerraram suas respectivas carreiras esportivas o PC Chinês fez com que os dois se casassem e tivessem filhos. Yao Ming foi treinado desde pequeno para ser jogador de basquete, ser alto fazia parte de sua genética.
Pensando no Yao Ming me veio a idéia, como não vivemos em uma ditadura, nós brasileiros poderiamos criar uma campanha para que o Ronaldinho Gaúcho partisse com bola e tudo para cima da Marta, após o cruzamento dos dois boleiros teriamos um menino (feio pra caralho) mas que com certeza bateria o maior bolão. E desde já espero que o craque monstrinho jogue lá no meu PALMEIRAS.sábado, 9 de agosto de 2008
NÃO SOU ROBERTO CARLOS, MAS VOLTEI.
Depois das férias de julho eu estou de volta, eu sei que já estamos em meados de agosto, mas até colar tudo em dia foi-se uma semana inteira. As férias foram boas, mas acabaram. Abaixo um filme de uma das atividades realizadas nas férias, como pescador moderno que sou não vou falar que eu pesquei um peixão, ou que o maior fugiu, eu simplesmente pesquei e filmei ao mesmo tempo. Não acreditam? A prova está no filme aí embaixo.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
ATÉ EU, BRUTUS ?

Liberal é o cacete.
Já que estamos falando de política, eu fiquei chateado com a morte da Dona Ruth, ela, ao contrario do marido, nunca mandou ninguém esquecer o que tinha escrito.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
GAMBÁ É A MÃE
Quando a minha tia Lhô, que é minha vizinha, começa a gargalhar no final das tardes de domingo eu já sei que estão passando as videos-cassetadas do Domingão do Faustão. Nesse momento eu coloco na TV Globo e assisto ao único atrativo do programa do Fausto Silva, até meu caçula gosta. Ontem porem o apresentador cometeu uma gafe imperdoavel, num dos videos, apareceu um guaxinim, um mamifero da familia dos procionídeos, realmente mamado, o bichinho estava completamente bebado e cambaleava pela floresta, se tal humilhação já não fosse o suficiente para denegrir a imagem desse habitante das florestas norte-americanas, mas o ignorante apresentador ainda lhe tratou por Gambá. É preciso mais respeito com os animais, Guaxinim não é Gambá. Se ele ainda tivesse dito que esse Guaxinim está bebado como um Gambá, poderiamos considerar que era no sentido figurado, apesar que eu nunca vi um gambá bebado. O bicho pode até ser fedorento, mas não é alcolatra.
Eu repito; é preciso respeitar os animais. Por esse motivo não direi que Fausto Silva é um burro, pois esses esforçados animais já tiveram sua imagem muito denegrida na semana passada. Imaginem-se vocês leitores na pele dos pobres burros; ser um animal trabalhador que carrega peso o dia todo, que é um importante meio de transporte de pessoas e cargas em todo o mundo, em resumo um trabalhador que merece respeito e depois de um dia de labuta, chega em casa, come um pouquinho de alfafa e senta na frente da TV para assistir ao jogo da Seleção Brasileira e vê aquele espetaculo deprimente e se isso não bastasse ainda ouve seu nome comparado ao daquela anta(peço mil desculpas às antas) que é o Dunga.Vamos respeitar os animais, seus animais.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
HÁ 15 ANOS DE UM DIA INESQUECÍVEL
Dia 12 de junho de 1993, um sábado nublado, um dia dos namorados em que muitos palmeirenses trocaram a namorada pelo time. Eu fui um deles. O Palmeiras foi o melhor da fase de classificação e dos quadrangulares finais, mas a vantagem de jogar por dois empates foi perdida na derrota para o Corinthians no primeiro jogo das finais. Viola com seu gol porco havia desbancado o favorito Verdão e aquela semana foi um tormento para todo palestrino, todos os fantasmas dos 16 anos sem titulo estavam povoando as nossas cabeças. Mas a esperança é, e sempre foi, verde.
Acordei cedo, na verdade nem consegui dormir direito, as 10 horas da manhã parti para o Morumbi. Meio-dia bati um sanduba de pernil na barraca do Bigode e logo em seguida já entrei no estádio. Os minutos se arrastavam e depois de uma espera angustiante, finalmente o Palmeiras estava em campo. Eu, e todos os palmeirenses, tínhamos a certeza que seria hoje o fim da famigerada fila. Primeiro lance do jogo e o Animal já quase marca. O Palmeiras mata o Corinthians e só dá Verdão. Quem freqüenta arquibancada sabe o que eu vou dizer, pairava no ar a confiança de que nós venceríamos, a torcida estava dando um show a parte. Do mesmo modo que os minutos se arrastaram até o inicio do jogo, depois que este começou o tempo voou, olhei para o relógio e já tinham passado 35 minutos. Aos 36 aconteceu o inevitável, o melhor comprovava sua supremacia e depois de tanto martelar, Evair tocou para o Zinho que bateu cruzado, a bola não foi forte, mas assim que ela passou pelo Ronaldo, o Morumba explodiu em verde. Depois do gol do Zinho, parecia que eu estava num filme, vieram as expulsões (Henrique, Ronaldo e injustamente Tonhão), nós sabíamos que o Corinthians não conseguiria marcar gol na gente, mas queríamos mais. E tivemos mais, gol de Evair, gol de Edílson, fim do jogo e veio a prorrogação.
No final do 1º tempo da prorrogação, pênalti para o Verdão, quando Evair pegou a bola, as lagrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, Gol, junto com cada um dos palmeirenses que lotavam o Morumbi eu comecei a pular. Pulamos e cantamos os 15 minutos do segundo tempo da prorrogação só esperando o apito final. A cada pulo eu lembrava os tropeços dos dezesseis anos de fila. Lembrei de todos os jogos decisivos que eu vi, no campo, o meu Verdão sucumbir e ser batido de forma inexplicável. A única certeza que eu tinha era que tudo tinha valido a pena, para viver o que nós estávamos vivendo, ali na arquibancada do Morumbi, eu teria ficado 50 anos na fila.
E o apito final veio e o grito de é Campeão foi ouvido por toda cidade, por todo estado, em todo o país. Do Morumbi eu fui para a Paulista, da Paulista fui para o Palestra, voltei para a Paulista e só cheguei em casa no dia seguinte. Lindo foi ver os velhinhos palestrinos no Parque Antártica gritando; chupa Viola, imita o porco agora.
Já se passaram 15 anos, mas aquele 12 de junho de 93 ficará para sempre na minha memória, e na de todos os palmeirenses, e eu agradeço a Deus por ter estado lá e participado da história do meu Verdão.


